A tendência de ficar “cronicamente offline” — ou seja, reduzir o uso de aplicativos e voltar a hobbies presenciais — está viralizando entre os jovens justamente nas próprias redes sociais.
O motivo se deve ao fato de que a Gen Z (15 a 29 anos) tem demonstrado uma maior preocupação com a saúde mental, e enxerga que “deixar o celular de lado” acaba trazendo benefícios.
Uma recente pesquisa mostrou que quase 1/3 da Gen Z britânica deletou pelo menos um aplicativo nos últimos 12 meses;
Nos Estados Unidos, pessoas entre 17 e 25 anos já passam menos tempo no celular do que adultos acima de 36 anos, algo raro até pouco tempo atrás;
Globalmente, o tempo médio nas redes caiu cerca de 10% desde o pico registrado em 2022.Para se ter ideia, o movimento tem ganhado tanta força que já existem ferramentas sendo vendidas para auxiliar no bloqueio de apps.
Ao que tudo indica, a geração que nasceu conectada parece estar redescobrindo algo simples: ficar offline também virou tendência — e, para muitos jovens, talvez até um novo símbolo de status.
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